MALINHA DE MÃO
RAMON FONTES
Março.2026

No Vestígio: Negridade e existência
Christina Sharpe
Ubu Editora
2023

Nós
Virgínia Rodrigues
2000

Tudo sobre minha mãe
Pedro Almodóvar
Drama/Ficção
104'
1999
GINGA
DENGO
RF: Palavras que foram aportuguesadas, mas que encontraram, aqui na territorialidade brasileira, sentidos igualmente bonitos.

Cura
Dir. Deborah Colker
2021

Das 'coisa' dessa vida
Dir. João Miguel
2019

Roberto Mendes
Santo Amaro, 1952
Ator, dublador, cantor, violinista, arranjador e compositor
RF: Nesse programa, que foi há mais de quinze anos, Mariene de Castro apresenta uma linda canção (Sábado de Carnaval), que fez para concorrer ao tema do ano do bloco afro Ilê Ayê e eu volta e meia me pego ouvindo essa canção, apenas cantada nesse vídeo (pelo menos até onde sei). Amo!

Um defeito de cor
Ana Maria Gonçalves
Editora Record
2006

3 Obás de Xangô
Dir Sérgio Machado
Documentário
77'
2025

RF: Na seiva da voz, com a batuta da Ekedy Sinha que vira e mexe acontece em Salvador

Mares profundos
Virgínia Rodrigues
2003
Isso não é uma sessão de análise
com Vera Iaconelli
Podcast

Um brinde aos mortos:
Histórias daqueles que ficam
Vinciane Despret
N-1
2023


Marte Um
Dir. Gabriel Martins
Drama/Ficção
115'
2022
"Eu pedi
Cruzando a linha do trem
Que meu amor fosse feliz
Fiz uma prece pra meu bem
Que durma bem
E volta e meia chegue aqui
Pra me contar o que passou
As ruas onde caminhou
Espero que esteja comendo bem
E dando gargalhada à toa
A vida inteira pra se apaixonar
E banho de uma chuva boa
Ontem vi
Uma estrela azul cair
E desejei um abraço seu
Foi um pedido que eu fiz
Vem mais eu
No meu secreto chafariz
Refúgio do meu coração
Tem um cantinho pra você
Estarei sempre por aqui, viu?!
Para guardar nosso carinho
Nos passos do meu estradar
Eu vou torcer por seu caminho
Eu vou torcer por seu caminho
Eu vou torcer
Por seu caminho"
Querer bem - Letra de João Mendes, cantada/declamada por Mariene de Castro no álbum "Maria da Canção".
Ramon Fontes (1990, BA) é soteropolitano, comunicólogo e professor no curso de Relações Públicas, da Universidade do Estado da Bahia. Tornou-se doutor em Literatura e Cultura na Universidade Federal da Bahia, com a tese "Ekografias do hiv/aid$" (2023), indicada para publicação pela banca de avaliadores. Organizou e publicou o livro "AIDS SEM CAPA: reflexões virais sobre um mundo pós-pandemia" (Editora Devires/2022), escreveu os artigos científicos “Bailes da vida: A positivação da vida na cena artística contemporânea do hiv/aids” (Revista Sala Preta - USP/2024); “Carta ao ruído negro” (Revista Periódicus - UFBA/2022); “2019: A revolução dos vírus ou Uma odisseia no espaço brasileiro” (Revista Periódicus - UFBA/2019). Além dessas produções tem refletido sobre imagem, som e texto numa tentativa sempre precária de lidar com o trauma que nos atravessa acerca da ideia de Brasil. É autor da colagem "Segredos são preciosos para os filhos que não fugiram à luta" (2020), do curta metragem "disruptar" (2021), das fotografias "Farmacoágulo$" (2021), "àkàsà" (2022) e do filme "Bareback: opereta em si bemol (B♭) (2024), em parceria com Padmateo (BA).